A luz do sol atravessava as janelas naquela tarde de 2012, iluminando cada canto da antiga casa da família Moffit. Do lado de fora, tudo parecia tranquilo, quase acolhedor. Mas dentro daquelas paredes, havia algo pesado, invisível — uma sensação de que o ar carregava memórias que nunca deveriam ter sido despertadas.
Jéssica estava ali para fazer companhia à mãe, Débora, que ainda tentava lidar com o luto acumulado dos últimos anos.
Subindo ao andar de cima, Jéssica encontrou a mãe organizando objetos antigos — caixas, roupas, lembranças esquecidas. Sem dizer nada, ela começou a ajudar. Era uma tentativa silenciosa de reconstruir algo, de dar ordem ao caos emocional que habitava aquela casa.
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