No Brasil, o mal não veste capa nem surge das sombras com olhos brilhando no escuro. Ele anda de chinelo pelas ruas poeirentas, pega ônibus lotado, trabalha em silêncio e às vezes até sorri.
Por trás de rostos comuns, esconderam-se três dos mais brutais assassinos em série da história do país.
Três trajetórias que atravessaram décadas, estados e centenas de famílias destruídas. Esta é a primeira parte de uma jornada pelo lado mais sombrio da mente humana.

O primeiro nome ecoa como lenda urbana nas periferias e presídios: Pedro Rodrigues Filho, conhecido nacionalmente como Pedrinho Matador.
Nascido em 1954, em Santa Rita do Sapucaí, interior de Minas Gerais, Pedro já veio ao mundo cercado pela violência. Sua mãe teria sido brutalmente agredida durante a gravidez.
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