Existe um lugar na Coreia do Sul que, durante anos, foi evitado até pelos moradores das cidades vizinhas. Não importava quantas vezes o governo afirmasse que tudo não passava de boatos. Bastava o sol desaparecer atrás das montanhas para que ninguém aceitasse subir a estrada estreita que levava até aquele prédio abandonado.
Entre árvores antigas e uma floresta permanentemente envolta por névoa, erguia-se um enorme hospital psiquiátrico de concreto. As janelas quebradas pareciam olhos vazios observando qualquer pessoa que se aproximasse, enquanto o vento fazia portas enferrujadas baterem lentamente, produzindo um som semelhante ao de alguém caminhando pelos corredores.
Durante décadas, moradores repetiram uma história perturbadora: quarenta e dois pacientes teriam enlouquecido ao mesmo tempo e colocado fim às próprias vidas durante uma única madrugada.
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