Roberto Santos, um magnata da construção, jantava sozinho em um restaurante requintado em São Paulo, perdido em suas memórias e na solidão que sentia após a morte de sua esposa, Carla.
A cada ano que passava, ele continuava a frequentar o mesmo local, na mesma mesa, sem nunca se recuperar totalmente do vazio deixado pela partida dela.
Enquanto ele olhava pela janela, tentando se distrair, a garçonete se aproximou para servi-lo.
Quando ela olhou para o anel em seu dedo, fez uma pausa e, hesitante, perguntou: "Minha mãe tem um anel igual ao seu."
Roberto ficou paralisado. O anel que usava, uma relíquia de família feita em 1920 por seu bisavô, era único.
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