Letícia Alves, uma simples empregada da mansão de Eduardo Sales, passava seus dias cumprindo suas tarefas sem ser notada. Sua rotina era exaustiva, mas ela nunca reclamava. Trabalhava ali há meses, limpando os luxuosos quartos e salas, sem se atrever a olhar mais do que o necessário para a opulência que a cercava. Seu lugar no mundo era claro: ela não fazia parte daquele universo de riqueza e ostentação.
Eduardo, o dono da mansão e dono de uma das maiores construtoras do país, era o tipo de homem que tratava os empregados como peças descartáveis. Para ele, Letícia era apenas mais uma funcionária que poderia ser substituída a qualquer momento. Ela sabia que sua posição era subalterna, mas aceitava o fato com a resignação de quem não tem escolhas. Isso até aquele dia.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar