Numa reviravolta surpreendente no caso das joias, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tomou a decisão de admitir que recebeu instruções do ex-presidente para vender as joias doadas pelo governo da Arábia Saudita ao Brasil. A notícia, originalmente veiculada pela Revista Veja e posteriormente confirmada pela CNN através do advogado Cezar Bitencourt, trouxe à tona revelações intrigantes.
Bitencourt, enfatizando a inocência de Mauro Cid, argumentou que ele seguiu as ordens de Bolsonaro como um militar disciplinado. De acordo com a defesa, Bolsonaro teria dito a Cid para "resolver" a venda das joias e relógios. A atuação de Bitencourt, o terceiro advogado a assumir o caso após ser solicitado pela família de Mauro Cid, enfatiza a importância da confissão voluntária para mitigar potenciais penalidades legais.
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