Isabela Sampaio movia-se pelo mundo como se ele tivesse sido construído para servi-la. Sua beleza, por si só, era suficiente para desviar toda a atenção em sua direção.
Esguia, com 1,78 m de altura mesmo sem saltos, e uma silhueta que carregava uma graça sem esforço.
Sua pele cor de caramelo brilhava como bronze polido sob a luz do sol, e seus olhos, de um castanho profundo e autoritário, tinham o poder de dispensar qualquer um que ela considerasse irrelevante.
Seu cabelo, longo e brilhante, emoldurava seu rosto como uma campanha publicitária de luxo. Tudo nela era intencional, esculpido e caro.
As pessoas a admiravam. Muitas a invejavam, mas quase todas a temiam, porque Isabela tinha poder, dinheiro e uma reputação tão afiada que poderia cortar seda. Seu pai, o Coronel Matias Sampaio, era um titã industrial que construiu seu próprio império, acumulando uma das maiores fortunas privadas do país.
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